Sem sustos e sem dificuldades, o Fluminense levou a melhor diante do Platense, e, jogando no Maracanã, venceu a equipe por 2 a 0 em partida válida pelo duelo de ida das quartas de final da Libertadores. Nonato e Hulk fizeram os gols ainda no primeiro tempo.
O jogo da volta acontece no dia 15, no Ciudad de Vicente López, às 19h. Com o resultado conquistado hoje (8), a equipe carioca pode perder por até um gol de diferença.
O Fluminense começou o jogo tendo mais a posse de bola e explorando bem as fragilidades do Platense, que demonstrava dificuldades em achar espaços e construir tramas ofensivas de maior perigo. O time tricolor, por sua vez, apesar de ter boa presença no campo de ataque, pecava no momento de finalizar as jogadas. A equipe da casa conseguiu “destravar” quando Hulk achou Nonato sem marcação e o volante bateu na saída de Cozzani.
Com a vantagem no placar, o Fluminense se mostrou mais à vontade em campo e conseguiu “empurrar” ainda mais a equipe argentina. O time tricolor teve facilidade para trocar passes e conseguir criar chances. Em uma dessas, Ganso deu uma bela assistência para Hulk, que dominou na área e bateu para fazer o segundo — na comemoração, aplaudiu e limpou a chuteira do camisa 10 —, fazendo com que os comandados de Marcão passassem a dominar de vez o duelo.

Hulk comemora em Fluminense x Platense (Foto: André Durão)
Na volta do intervalo, o duelo se mostrou mais morno, com o Fluminense trocando passes e o Platense mais fechado. A torcida tricolor, então, aumentou o volume para tentar levar mais ânimo à equipe. Quem demonstrou “gostar” do jogo foram os argentinos, que tiveram uma boa chance em jogada pela direita que Sepúlveda quase finalizou na área, mas Milán apareceu para fazer o corte.
Apesar da vantagem no placar e de o time ter mais a bola, a torcida tricolor ficou apreensiva em certo momento da partida. Após a parada técnica no segundo tempo, o Platense conseguiu encaixar melhor a transição, rondou a área de Fábio e teve algumas finalizações. Os argentinos presentes também se animaram e cantaram alto, tendo rápida resposta do lado tricolor.
Marcão fez alterações, principalmente, no setor ofensivo, com as entradas de Acosta, Savarino e Cano, na busca de oxigenar o time na pressão da saída de bola adversária, além de novas opções e mais efetividade nos avanços ao ataque. No final, Cano ainda teve uma chance clara, mas parou no goleiro argentino, numa das poucas vezes que o Fluminense levou perigo na segunda etapa.
