Com um a menos desde o início do primeiro tempo, Vasco mostra foca e derrota Vitória por 1 a 0 no jogo de ida das quartas

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O Vasco largou na frente nas quartas de final da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (26), em São Januário, o Cruzmaltino recebeu o Vitória pelo jogo de ida e venceu por 1 a 0.

Andrés Gómez foi quem fez o único gol do jogo, já no segundo tempo, mesmo com o Cruzmaltino com um a menos após Cauan Barros ser expulso aos 17 minutos da etapa inicial. Léo Jardim também foi personagem importante do time da casa, fazendo defesas importantes, sobretudo nos acréscimos.

Com o resultado, o Vasco pode até empatar no jogo de volta, na próxima quarta-feira, no Barradão, que ficará com a classificação. O Vitória precisa ganhar por dois gols de diferença para avançar. Um triunfo baiano por um gol de diferença leva a disputa para os pênaltis.

Andrés Gómez comemora gol marcado em Vasco x Vitória, pela Copa do Brasil (Foto: André Durão)

O time da casa começou melhor no jogo, criou chances e poderia ter aberto o placar com Colidio. Depois, de um erro de Barros, que tocou a bola com a mão sendo o último homem e foi expulso aos 17 minutos, após intervenção do VAR, o Vitória cresceu. Mas o domínio do Leão não gerou tantos lances de perigo. Mesmo com a equipe visitante com um a mais, a partida seguiu equilibrada. Nos acréscimos da primeira etapa, os vascaínos quase abriram o placar com Ramon Rique. Jogo tenso e equilibrado em São Januário.

As alterações de Jair Ventura não deram certo. Ao colocar Erick e Renê em campo na volta do intervalo, o técnico abriu o meio-campo e expôs a defesa. O Vasco aproveitou. Em um contra-ataque, abriu o placar com Andrés Gómez e poderia ter ampliado com Colidio, que acertou a trave, ou Puma, que cabeceou mal quando estava livre na pequena área. O Vitória só assustou no fim do jogo, com dois chutes perigosos de Erick e um de Luan Cândido. Muito pouco para impedir uma vitória suada do Vasco.

A diretoria do Vasco usou o intervalo do jogo para cobrar o árbitro Matheus Delgado Candançan por ter expulsado o volante Barros. O diretor de futebol Admar Lopes e o diretor técnico Felipe foram até o gramado para reclamar do toque de mão de Renato Kayser, antes da ação do volante vascaíno, que gerou a expulsão. Eles foram contidos por policiais que faziam a escolta na saída da equipe de arbitragem.

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