Enquanto os motores rugem e o pneu encontra o asfalto, o mundo da Fórmula 1 não se resume apenas à velocidade, mas também a salários impressionantes. Nesse contexto, alguns veículos de comunicação especializados realizaram pesquisas no paddock e publicaram recentemente uma lista dos rendimentos que as estrelas da competição mais icônica do automobilismo receberão em 2026.
Segundo alguns dados publicados e compilados, por exemplo, pelo RacingNews365, os salários dos 22 pilotos são muito discrepantes e existe uma diferença muito significativa entre as estrelas da categoria e aqueles que estão estreando na elite.
Os valores compilados representam os ganhos anuais, excluindo bônus de desempenho e de equipe, e quaisquer contratos com patrocinadores pessoais. Lewis Hamilton, heptacampeão de F1, o salário após ingressar na Ferrari foi estabelecido em US$ 60 milhões. No entanto, com bônus e patrocínios, estima-se que o piloto britânico possa ganhar até US$ 100 milhões. Max Verstappen, ainda assim, aparece na frente liderando o pódio. O salário é de US$ 70 milhões, sem incluir a renda adicional de patrocínios e prêmios em dinheiro. De acordo com estimativas de veículos de comunicação especializados, os ganhos totais do holandês, incluindo patrocínios, ultrapassam US$ 110 milhões.

Largada do GP de Abu Dhabi de Fórmula 1, em 7 de dezembro de 2025 EFE/EPA/ALI HAIDER
Em último lugar na lista salarial está o único estreante no grid de 2026, Arvid Lindblad, que se juntou à Racing Bulls. Apesar de ter subido no programa de jovens pilotos da Red Bull, o piloto britânico-sueco receberá entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão nesta temporada. Franco Colapinto também está na base da escala salarial. Esta será a primeira temporada do argentino na Fórmula 1, após sua passagem pela Williams e o período em que substituiu Jack Doohan na Alpine.
Os pilotos mais experientes estão ganhando perto de US$ 7 milhões em 2026, como é o caso de Nico Hülkenberg e Esteban Ocon. Da mesma forma, Sergio Pérez, após ficar de fora do grid de 2025, retornará à Fórmula 1 com um Cadillac, com um contrato superior a US$ 8 milhões por ano, cerca de US$ 2 milhões a menos do que ganhava na Red Bull.
Acima de US$ 10 milhões estão Lance Stroll, que tem um contrato por tempo indeterminado com a Aston Martin no valor de US$ 12 milhões, já que seu pai é dono da equipe. Também nessa faixa salarial estão Alex Albon e Pierre Gasly, da Williams e da Alpine, respectivamente. Oscar Piastri, que foi peça fundamental na disputa pelo título de 2025 na McLaren, e Carlos Sainz, em sua segunda temporada na Williams, estão um pouco acima de US$ 13 milhões.
Salários da F1 para 2026
Max Verstappen (Red Bull) US$ 70 milhões
Lewis Hamilton (Ferrari) US$ 60 milhões
George Russell (Mercedes) US$ 34 milhões
Charles Leclerc (Ferrari) US$ 34 milhões
Lando Norris (McLaren) US$ 30 milhões
Fernando Alonso (Aston Martin) US$ 20 milhões
Oscar Piastri (McLaren) US$ 13 milhões
Carlos Sainz (Williams) US$ 13 milhões
Alex Albon (Williams) US$ 12 milhões
Pierre Gasly (Alpine) US$ 12 milhões
Lance Stroll (Aston Martin) US$ 12 milhões
Checo Pérez (Cadillac) US$ 8 milhões
Nico Hülkenberg (Audi) US$ 7 milhões
Esteban Ocon (Haas) US$ 7 milhões
Valtteri Bottas (Cadillac) US$ 5 milhões
Isack Hadjar (Red Bull Racing) US$ 5 milhões
Kimi Antonelli (Mercedes) US$ 2 milhões
Gabriel Bortoleto (Audi) US$ 2 milhões
Liam Lawson (Racing Bulls) US$ 1 milhão
Oliver Bearman (Haas) US$ 1 milhão
Franco Colapinto (Alpine) entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão
Arvid Lindblad (Racing Bulls) entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão
